Emiliana Azambuja

Emiliana Azambuja segue os preceitos do slow food, privilegia pequenos produtores regionais, trabalha com ingredientes orgânicos e busca revitalizar a culinária goiana ao empregar ingredientes típicos da região

Publicado em 18 de maio de 2010

O jeito despojado de Emiliana Azambuja é o que confere a tonalidade de todo o projeto do Emi Cozinha Emocional, estabelecimento aberto em novembro de 2010 e à frente do qual também conquista o prêmio de restaurante revelação.

Formada pelo Senac Águas de São Pedro (SP), em 1997, Emi, como gosta de ser chamada, entrou em contato com o universo da gastronomia por influência das avós, ambas cozinheiras de mão cheia. “Desde muito pequena brincava com forminhas e panelas de plástico”, relembra.

À frente da cozinha, ela apresenta um apanhado das experiências que adquiriu em estágios em restaurantes da Espanha e da Itália, na temporada de dois anos que passou no comando do restaurante A Brasileira, em Itacaré, na Bahia, e na organização de eventos com o bufê Atelier Gastronômico, com o qual ainda divide parte de seu tempo. “Fiz a minha versão de todas as receitas que gosto”, afirma.

Seguindo os preceitos do slow food, ou “cozinha emocional”, como prefere definir, Emi privilegia pequenos produtores regionais, trabalha com ingredientes orgânicos e busca revitalizar a culinária goiana ao empregar ingredientes típicos da região.




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